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Como? Download de webcasts mms e rtmp?

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Cansado de apenas poder assistir aquele webcast ou vídeo-aula online? E se estiver em um local sem conectividade? Porque dor de cabeça? Sou usuário Linux! Obrigado por ter a ideia de criar o Linux e facilitar nossas vidas Linus. ;]

Recentemente me deparei com esta problemática. Como realizar o download deste tipo de conteúdo?

Ao checar o código fonte da página que exibia o vídeo, vi que eram streamings dos protocolos mms ou rtmp, o que, aparentemente, dificultava o download.

Para quem mais estiver passando por este problema, segue a solução. Aliás, as soluções.

Uma vez que, através do código fonte você consiga identificar a URL completa do arquivo mmc ou rmtp, fica fácil utilizar alguma das metodologias a seguir.

A primeira opção é a aplicação Mimms.

Esta é a forma mais simples e prática com arquivos do tipo mms.

Para usuários do Arch Linux, já existe um pacote pronto no AUR.

A instalação, segue o padrão de arquivos baixados do AUR:

1- Download do Tarball;

2- Descompatar: $ tar -xvzf mimms.tar.gz

3- Acessar o diretório e efetuar a compilação do pacote: $ cd mimms && makepkg

4- Instalar o pacote que lhe foi gerado: # pacman -U mimms-3.2.1-2-any.pkg.tar.xz

Feito. Agora é só executar da seguinte forma:

$ mimms mms://url_de_origem_do_streaming/arquivo_streaming.wmv

Será que isso funciona mesmo? Experimente:

$ mimms mms://wms.andrew.cmu.edu/001/pausch.wmv

Oi, simples assim.

Outra alternativa?

Utilizando o Mencoder:

Não é tão simples quanto o mimms, mas também é rápido e prático.

O comando que deve ser utilizado?

mencoder mms://url_de_origem_do_streaming/arquivo_streaming.wmv -o arquivo_streaming.wmv -oac copy -ovc copy

Um pouco mais complexo, certo? Mas funciona.

E quanto aos arquivos de streaming que utilizam o protocolo rtmp?

Neste caso a opção é utilizarmos o rtmpdump.

Sim, claro.. Se você utiliza o Arch Linux, sua vida continua simplificada:

# pacman -S rtmpdump

Pronto, está instalado. ;]

A execução do mesmo também é bastante simples, precisando apenas especificar a origem e o destino do streaming em questão. Segue sintaxe:

rtmpdump -r “rtmpe://url_de_origem_do_streaming/arquivo_streaming.wmv” -o arquivo.streaming.flv –resume

Have fun! ;]

Abraços!

Encontros sobre Software Livre? Escolha um nome…

| Posted in cultura hacker, Flisol, Impressões, Linux, software livre, Tux-ce |

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Saudações pessoal,

Acredito que boa parte, se não praticamente todos, os usuários de Software Livre em nossa região já ouviram falar, ou participaram, do Flisol – Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre.

É um encontro legal, rolam palestras interessantes e podemos bater um papo com pessoas do ramo, fazendo novos amigos e/ou contatos profissionais. Lado ruim? Acontece apenas uma vez por ano. :/

E se tivéssemos um encontro com a comunidade local de Software Livre com uma maior regularidade? Que tal 4, 5 ou até mesmo 6 encontros destes por ano?

Palestras, bate-papo, mesa-redonda, etc.

Gostou da ideia?

A Tux-CE está com uma proposta neste sentido.

A ideia é termos um mini-evento com maior frequência em nossa região como forma de fortalecer a ideia do Software Livre e ao mesmo tempo aumentar a integração entre nós, usuários e profissionais do ramo. Uma forma de beneficiar a todos. Se você não pode ir hoje, em breve você terá outra chance. Não fica perto da sua casa? Na próxima edição poderá ser mais próximo de você.

A ideia não é substituir ou concorrer com o Flisol, mesmo porque será um evento infinitamente menor, mas sim somar. Ser uma opção a mais para a nossa comunidade de Software Livre.

Um evento simples e rápido onde podemos ter palestras e bate papos sobre software livre, linux, cultura hacker, redes, segurança, programação, etc.

Por se tratar de um evento comunitário, nada mais justo que deixar a comunidade ajudar a moldar o evento como um todo. Acreditamos que o início de tudo, está na escolha do nome.

Na semana passada coletamos várias sugestões de nomes em nossa lista. Todos os nomes sugeridos, sem excessão, foram inseridos em nossa pesquisa com o mesmo peso.

Agora chegou a hora de definir o nome.

Gostaria de ajudar? Sinta-se convidado a votar em nossa enquete que encontra-se na página da Tux-CE através deste link.

Contamos com o seu voto para nos ajudar a iniciar este movimento.

Abraços!

Flisol Quixadá – Relato e Parabéns

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Banner do Flisol quixadá

Saudações galera!

Algumas pessoas já me perguntaram nos últimos 3 dias porque eu não estava no Flisol Fortaleza este ano. “Cara, nem lhe vi lá pelo Flisol correndo pra cima e pra baixo esse ano.”

Bom, como eu havia informado anteriormente, mas nem todos devem ter notado (certo Rodrigo, hehehe), este ano estive no Flisol de Quixadá. A oportunidade de palestrar por lá surgiu e resolvi mudar o ambiente do meu Flisol este ano.

Logo na sexta-feira, dia em que cheguei em Quixadá, tive duas boas primeiras impressões:

1- O clima estava melhor do que o de Fortaleza. Sim, já não aguentava mais o nosso calor infernal. Por mais que eu já estivesse esperando um calor ainda maior, fiquei surpreso ao perceber que o tempo estava mais fresco. Talvez por conta da umidade…

2- Poucos minutos depois de minha chegada esbarro com o Ronaldo, também membro da Tux-CE, que optou por também palestrar no Flisol de Quixadá. Nos esbarramos no Hotel mesmo, já que acabamos ficando no mesmo.

Já que citei o Hotel, gostaria de fazer dois agradecimentos. Primeiro ao Samy e demais membros da organização que possam ter feito os contatos com hotéis e agilizado nossa reserva por lá. Obrigado Samy e demais envolvidos. Segundo, a todos do Hotel Monólitos que nos receberam super bem e prestaram um excelente serviço. Sim, NOS receberam bem. Porque plural? Pelo fato de minha namorada, Mari, ter ido também para Quixadá. Acho que também devo agradecer a ela pelo apoio que me deu e boa vontade (saco e paciência) de assistir minha palestra bem como outras durante todo o dia do evento. ;]

Logo na sexta aproveitamos para descansar depois de uma semana corrida de trabalho em Fortaleza. Eu, Mari e Ronaldo fomos para um restaurante que ficava próximo ao Hotel, onde tomamos umas cervejinhas e comemos uma excelente carne. No domingo fui descobrir que neste mesmo restaurante fazem a melhor bisteca que já comi na minha vida. Portanto, se alguém tiver a chance de visitar Quixadá, não deixe de comer uma bisteca caprichada no Ponto da Bisteca. O Araújo, que estava no time de organização do evento, acabou nos encontrando por lá rapidamente nesta noite.

No sábado, optei por ir bem cedo ao evento. Sim, gosto de ver as coisas por trás dos bastidores. Não gosto de apenas chegar, palestrar e ir embora. Minha primeira surpresa do dia? Uma equipe de aproximadamente 30 pessoas na equipe de organização do Flisol! o.O Bom, sei que no dia já parabenizei a todos eles, várias vezes por sinal, mas deixo novamente os parabéns. Estive envolvido direta ou indiretamente em todas as edições do Flisol Fortaleza desde o ano de 2006 e nunca vi uma equipe de organização com tanta gente disposta a ajudar. Vocês estão de parabéns.

Membros da organização - Mesa de credenciamento

Depois de “participar” como ouvinte da primeira reunião do dia com a equipe de organização do evento, os preparativos de última hora começaram e aproveitei para conhecer o local do evento, dar uma volta, etc. O evento aconteceu na Faculdade Católica Rainha do Sertão, que por sinal é linda e bem arborizada.

O evento contou com duas apresentações de abertura: Um show de humor e um grupo de dança. Infelizmente não lembro o nome do Humorista ou do grupo de dança para deixar os devidos créditos. Mas, ambos estão de parabéns também.

Ainda durante a apresentação de humor tive minha segunda surpresa do dia. Um dos integrantes do time de organização me chamou para um canto mais afastado do ginásio e me fez um convite para uma breve filmagem que eles estavam preparando. Como não estava esperando por isso, acabei tendo de improvisar algo. Mas deu tudo certo, espero. o.O

Em seguida tive minha terceira surpresa do dia. O evento contou com uma rápida mesa de cerimônia para abertura oficial do evento, para a qual fui convidado de surpresa, Samy vocẽ me paga onde foi dada uma breve explicação sobre o intuito e importância do evento bem como do Software Livre como um todo para a comunidade em geral.

Mesa de cerimônia na abertura do evento

Mesa de cerimônia na abertura do evento

Mesa de cerimônia - "Milagre, Marcelo não citou ou mostrou nada do Arch?" Sim, a camisa.

Após esta breve apresentação foram iniciadas as palestras. E como fui o primeiro palestrante do dia, tive a minha quarta surpresa no evento. Sim, muitas surpresas logo no período da manhã. hehe

Início de minha palestra sobre cultura hacker

A surpresa? A enorme quantidade de pessoas que estavam ali sentadas assistindo minha palestra. Por achar que não teria a menor condição de palestrar sem microfone acabei optando por utilizar o microfone e subir no palco que, até então, só havia sido utilizado para a apresentação de dança. De lá eu poderia ter uma visão melhor do público, bem como eles de mim. Apenas lá de cima pude ver a real quantidade de pessoas. Não tenho números, mas eram muitas. Talvez o Samy possa dar alguma média aqui nos comentários do blog!? Por outro lado, acho que as fotos falam por si só.

Platéia durante minha palestra

Platéia durante minha palestra - Ronaldo e Mari no canto direito

Platéia durante minha palestra

Abordei dois temas:

1- Cultura Hacker – Tenha ética e ganharás respeito

2- Software Livre – Nunca vi nem comi, eu só ouço falar

Casa cheia, certo?

Eu realmente não esperava tanta gente. Bom saber que em Quixadá temos tantas pessoas interessadas em conhecer algo novo. As possibilidades são enormes e as chances de saírem dali futuros militantes do software livre são óbvias.

Após a minha palestra o evento teve uma pausa para o almoço. Eu e a Mari aproveitamos para passear mais um pouco e ver como andava o movimento do lado de fora do ginásio onde se encontrava o Sertão em Rede. Do que se trata este Sertão em Rede? É um projeto que visa a inclusão socio-digital. Imagine um tele-centro para capacitação, oficinas, etc. Agora imagine um ônibus para levar o equipamente do tele-centro as mais diversas cidades.  Legal, certo? E se ambos fossem um só? O tele-centro e o ônibus? Sim, é isso mesmo. O ônibus que leva o tele-centro é o próprio tele-centro. Equipado com máquinas com Linux, ar-condicionado, lousa, cadeiras, mesas e toda a estrutura necessária para se realizar um curso ou capacitação qualquer. Sim, ele também possuí conectividade com a Internet, do contrário não poderia se chamar Sertão em Rede, certo?! Particularmente, achei brilhante. Parabéns aos responsáveis pelo projeto bem como ao Flisol por ter levado o Sertão em Rede para ser apresentado no evento.

Ônibus Sertão em Rede

Ambiente interno do Ônibus Sertão em Rede

Ambiente interno do Ônibus Sertão em Rede

Ainda nesta pausa para o almoço pude reparar nos ônibus que estavam estacionados no local. Sim, vieram muitas pessoas de outras cidades próximas para o evento como podem ver na foto abaixo. ;]

Ônibus que vieram de outras cidades próximas

Claro, não posso deixar de citar o almoço. Acredito que a Mari e os demais tenham gostado tanto quanto eu. Excelentes peixes, frito e cozido com molho de camarão, carne de sol, etc. Obrigado Samy Soares e Italo Bethoven por terem nos convidado para apreciar a excelente culinária do restaurante Abelardo.

No período da tarde aconteceram demais palestras e atividades previstas do evento como sala de games, sala de vídeos, install-fest, etc. Aproveitei para assistir algumas palestras, infelizmente não tinha como assistir todas, e visitar as demais atividades do evento.

Sala de Games

Sala de palestras - Palestra sobre HTML5 com George Gomes, SEDUC

Palestra O que o Software Livre Pode Fazer Por Você – Marcelo “Bill”, F13

Ginásio - Palestra Mercado e SL - Ronaldo Davi, ProtctIT e Tux-CE

Conheci novas pessoas e pude rever alguns velhos amigos e companheiros como o Marcelo “Bill” da F13 Informática e o Pedro Henrique, também membro da Tux-CE. Ambos palestraram no período da tarde.

Claro, no final da tarde todos estavam esgotados e optamos por nos recolher em nossos respectivos hotéis/casas para um banho e rápido descanso antes de nos encontrarmos novamente para o jantar.

Bom, cá entre nós. É fácil para o Samy combinar de tomarmos banho e descansarmos por cerca de 2 horas até ele voltar e nos encontrarmos para o jantar. Ele mora lá. Mas, nós estavamos como visita. Descansar? Ficar deitado? Isso nós podemos fazer em casa, certo?

Depois que eu e Mari terminamos o banho e descemos para o térreo do Hotel, já estavam por lá prontos também o Ronaldo, Pedro, Bill, sua namorada Poliana e outro camarada cujo nome, infelizmente, não lembro. Então já começamos uma pequena roda ali mesmo na fachada do hotel onde tomamos umas cervejinhas e tivemos um papo descontraído enquanto aguardávamos o Samy, que chegou com uma pontualidade que impressionaria qualquer britânico.

De lá pegamos a estrada e fomos jantar no restaurante Pé de Serra. Não fica exatamente em Quixadá. Digamos que fica entre Quixadá e Quixeramobim. O restaurante é lindo e a comida é divina. Foi excelente pois, já com a mente menos acelerada, pudemos bater um papo legal. Tirando algumas indecências insanas saídas da mente do Bill, tudo o mais foi tranquilo.

Após a janta resolvemos ir para um pub chamado Bom Motivo, onde estava acontecendo um tributo ao eterno Raul Seixas. O local era bem aconchegante e animado. Talvez por isso a casa estivesse com tanta gente. Com isto fechamos a confraternização de pós-flisol.

No Domingo apenas descansamos no Hotel e rodamos um pouco pelas ruas da cidade. No período da tarde conheci a tal bisteca do Ponto da Bisteca. Sem comentários. Será que eles fazem entrega em domicílio se eu disser que meu endereço fica em Fortaleza? o.O

Novamente, obrigado a todos pela recepção e hospitalidade e parabéns pelo excelente evento.

Espero que boa parte do público tenha absorvido as ideias e sementes que ali foram plantadas pelo pessoal da organização e palestrantes como um todo. Que ideias sejam trocadas e fortalecidas.

Mais fotos do evento? Clique aqui!

Abraços!

Recomendação Bibliográfica – A Passagem

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Como citou o grande Stephen King, “Esta é a história de vampiros que você não pode perder: 15 páginas são suficientes para cativá-lo; depois de 30, você se descobrirá prisioneiro, lendo noite adentro. Um livro com a força dos épicos.”

Para quem, assim como eu, adora ficção, vampiros e contos que exploram o sobrenatural, mas que ao mesmo tempo está cansado de tanta babaquice e melação como Crepúsculo, Vampire Diaries, etc… Esta orba de Justin Cronin promete ser uma excelente pedida.

E se os vampiros não são algo tão sobrenatural assim? E se eles pudessem ser criados em laboratórios?

Em A Passagem a história se inicia com agentes do FBI que escolhem a dedo prisioneiros condenados à morte para participarem como “voluntários” de um programa secreto do governo.

Uma falha na segurança das instalações secretas do governo onde os experimentos com estes condenados eram feitos permite a fuga destes que já não mais são homens. O experimento militar ao qual eles eram submetidos lhes dá força e velocidade infinitamente superiores a dos seres humanos comuns. Além destas características, a sensibilidade ao sol e a capacidade de regeneração de seus corpos de forma extremamente rápida juntam-se ao comportamento animal e sedento de sangue tiram os últimos sinais de humanidade destas criaturas.

Em estado de alerta a humanidade começa a viver uma enorme crise. Cidades e países inteiros começam a efetuar um evacuamento massivo e a quantidade de pessoas infectadas pelo vírus começa a crescer rapidamente. Em poucos anos a humanidade parece perdida, até que se descobre que alguns poucos sobreviventes começam a formar grupos e fortificações para viverem isolados buscando se proteger destes infectados da forma como podem.

Ao meio de tudo isso a humanidade encontra-se vivendo com medo da noite, sobrevivendo de forma precária, vivenciando a morte a cada dia. Alguns acontecimentos começam a rondar Amy, a única criança que passou pelos mesmos experimentos mas conseguiu escapar na noite da fuga dos virais. O problema é que Amy parece não ter se tornado uma criatura, como as demais cobaias. Tudo leva a crer que ela continua um ser humano comum, porém a sensibilidade à luz solar e o fato de ela não ter envelhecido fisicamente com o passar das décadas acaba gerando dúvidas em todos os que estão ao seu redor.

O mais esquisito parece ser a reação dela frente aos virais, bem como a reação deles ao se aproximarem dela.

Sem dúvida alguma, uma leitura que recomendo. Agradeço, novamente, à minha namorada, Mari, que, como sempre, me presenteia com excelentes livros. ;]

Segue sinopse do mesmo retirada da livraria Saraiva:

Esta é a história de vampiros que você não pode perder: 15 páginas são suficientes para cativá-lo; depois de 30, você se descobrirá prisioneiro, lendo noite adentro. Um livro com a força dos épicos.” – Stephen King
Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado.
“A Passagem” é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.

Abraço e boa leitura!