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Recomendação Bibliográfica: As Brumas de Avalon vol I – A Senhora da Magia

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Saudações amigos…

Sentiram saudades?

Novamente passei por um jejum em relação ao blog. Sim, motivos de força maior. Tive alguns problemas em relação ao meu laptop portanto fiquei sem condições de dar atenção ao blog por algumas semanas. Agora, de laptop novo, posso voltar à rotina.

Nada melhor para começar do que assuntos que desopilam, correto? Bom, vésperas de feriado do Natal então, por favor Kalib, nada de baboseiras técnicas.

A recomendação bibliográfica deste mês é um livro um tanto quanto antigo, porém que ainda hoje me surpreende.

Se chama As Brumas de Avalon vol I – A Senhora da Magia.

Lembro que li este livro pela primeira vez cerca de 6 ou 7 anos atrás e como coinscidentemente estou acompanhando uma série sobre o rei Artur, Merlin e companhia, bateu a saudade do livro e resolvi ler novamente. Relembrar a história.

Bom, o livro é sem sombra de dúvidas uma excelente narrativa para quem gosta de contos de época, reinos, magia, etc.

Diferentemente de todas as histórias conhecidas sobre o rei Artur, seu reinado e conquistas, As Brumas de Avalon contam como tudo aconteceu a partir da perspectiva de mulheres da época que tiveram contato e laços com Artur. Sim, a Sacerdotisa Morgana, que passa a ser a protagonista principal da história, conta sua vida desde sua infância e como ela teve forte, para não dizer fundamental, influência em toda a história de sucesso do Rei Artur.

Além de Morgana, o livro aborda a vida e influência de outras mulheres que também tiveram papéis essenciais para o desenvolvimento de Artur bem como de acontecimentos gerais. Vários outros aspectos místicos de antigas religiões como os Druídas e crenças pagãs baseadas no culto de uma Grande Deusa são abordados. Entre conflitos com a Igreja e rituais pagãos, Artur se prepara para assumir seu fardo.

Em meio a uma série de conflitos religiosos, Artur passa a ser o responsável por unificar e assegurar a harmonia da Bretanha comandando vários Reis que lhe devem jurar fidelidade.

Segue breve sinopse deste que é o primeiro livro de uma série que conta com 4 volumes retirada do site da Livraria Saraiva:

Neste enorme e emocionante romance, a lenda do rei Artur é contada pela primeira vez através das vidas, das visões e da percepção das mulheres que nela tiveram um papel central.
Igraine, Viviane, Guinevere, Morgana. Elas revelam, com as suas vidas e sentimentos, a lenda de Artur, como se fosse nova de, ao mesmo tempo, levam o leitor a integrar-se na história, de maneira natural e profunda.
Assim, esta obra proporciona uma narrativa soberba de uma lenda, e a recriação dessa lenda, bem como a brilhante contribuição para a literatura do ciclo arturiano.

Abraços e um Feliz Natal a todos!

Recomendação Bibliográfica: A Batalha do Apocalipse

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Como já diz o ditado, quem é vivo sempre aparece.

Passado um período um tanto quanto turbulento resolvi passar o aspirador no blog e voltar a postar.

Porque não começar com uma recomendação bibliográfica? Afinal, ganhei um excelente livro de minha namorada e o estou adorando. Acho que seria a melhor forma de “voltar ao ar”.

A recomendação deste mês é uma história fascinante de um autor brasileiro que conseguiu destaque imenso com esta obra. O carioca Eduardo Sophr, algumas vezes comparado à J. R. R. Tolkien, criador de O Senhor dos Anéis, é um enorme exemplo para toda a comunidade literária brasileira, visto que começou sua jornada na literatura praticamente sozinho, sem ajuda de grandes editoras. Optou por iniciar as vendas de seu livro por conta própria, da forma mais tradicional possível com impressões, envio pelos correios, divulgação na internet, etc. Posteriormente abriu sua própria editora.

Em sua ficção “A Batalha do Apocalipse”, o autor descreve uma envolvente história na qual o mundo está envolvido em uma enorme guerra entre os seres celestiais.

A história se inicia contando a já conhecida história da criação do mundo, onde Deus leva 6 dias para toda a criação e resolve descansar no sétimo dia. O detalhe é que 1 dia no mundo celestial equivale a centenas de milhares de anos no mundo terreno. Desde de o momento da criação divina, um ambiente de inveja e cobiça começa a reinar no mundo celestial pelo fato de Deus ter dado aos homens alguns atributos importantes que foi negado aos seres celestiais, Anjos, Arcanjos e outros, como por exemplo a alma e o lívre-arbítrio.

Ao resolver descansar durante todo o sétimo dia, Deus deixa o encargo e todas as responsabilidades nas mãos de um único Arcanjo que supostamente deveria manter a ordem das coisas enquanto descansava. O Arcanjo Miguel, após receber esta grande responsabilidade, começa  a agir de acordo com seus próprios pensamentos e começa a arquitetar uma grande mudança como forma de assumir os poderes e a personificação divina ele mesmo, passando a reinar por completo sob a humanidade.

Como forma de atingir esta meta, começa ele mesmo a causar grandes catástrofes na humanidade  como o grande dilúvio bíblico, tentativa frustrada de acabar com todos os seres humanos que, segundo ele, acabaríam por destruir o planeta com seu comportamento egoísta e ambicioso. Logo, alguns Anjos e Arcanjos começam a questionar estas atitudes e passam a discordar sobre as intenções de Miguel em apenas servir a vontade divina. Começa então uma guerra entre os seres celestiais onde alguns são expulsos dos céus, sendo confinados a viver na terra por milhares de anos acompanhando todas as tragetórias da humanidade como por exemplo mudanças de civilizações, guerras mundiais, etc.

Realmente é uma leitura bastante envolvente e interessante. Ainda não terminei a leitura mas estou ancioso para ver no que vai dar.

Segue breve sinopse disponibilizada no site da Livraria Saraiva:

Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana – é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heroicas, magia, romance e suspense.

Abraços!

Recomendação Bibliográfica – O Símbolo Perdido

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Saudações pessoal!

Que tal um pouco mais de leitura?

A recomendação bibliográfica deste mês se chama O Símbolo Perdido, o último lançamento de Dan Brown. Para quem não conhece, se é que alguém ainda não ouviu falar, Dan Brown é o escritor norte-americano que tornou-se mundialmente famoso depois das polêmicas geradas com o lançamento de seu best-seller O Código da Vinci.

Antes de O Código da Vinci o autor já havia escrito outros três excelentes livros que, por algum motivo, passaram um tanto quanto escondidos até as polêmicas do quarto livro que despertou interesse mundial em suas obras anteriores. Com isto, Dan Brown conseguiu um feito memorável ao ter seus 4 primeiros livros simultaneamente na lista de mais vendidos do The New York Times.

Em ordem cronológica, seus lançamentos foram:

* Fortaleza Digital – 1998
* Anjos e Demônios – 2000
* Ponto de Impacto – 2001
* O Código Da Vinci – 2003
* O Símbolo Perdido – 2009

Particularmente, acho as 3 obras anteriores melhores do que o próprio O Código da Vinci, o que não torna este último um livro ruim.

Sua última obra, intitulada O Sìmbolo Perdido, é mais uma aventura vivida pelo já conhecido personagem Robert Langdon, que também protagonizou Anjos e Demônios e O Código da Vinci.

Mantendo o tópico de assuntos místicos e de Ordens místicas, neste livro Robert Langdon é responsável por evitar que antigos segredos guardados pela Franco-Maçonaria caiam em mãos erradas, o que poderia despertar segredos e conhecimentos antigos inimagináveis que poderiam ser um mal à toda a humanidade.

Estou na metade do livro mas já posso recomendar sem sombra de dúvidas. Uma leitura agradável e pouco cansativa que nos prende do começo ao fim.

Segue sinopse retirada do site da livraria saraiva:

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Boa leitura…

Recomendação bibliográfica do mês: A Bruxa de Portobello

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Mais uma recomendação para preencher os horários de ócio…

Como diria um amigo meu, tenhamos um ócio produtivo.

A recomendação deste mês tem o título de A Bruxa de Portobello.

Este é o novo título do renomado Paulo Coelho. Para quem não o conhece, se é que isso é possível, ele é o autor brasileiro que mais vendeu livros fora do Brasil. Foi consagrado por ser o autor do primeiro livro que vendeu mais do que a própria bíblia. Um de seus livros, O Alquimista, foi consagrado por um influente jornal de Portugal como o livro em língua portuguesa mais vendido no mundo. O autor também ocupa desde 2002 a cadeira de número 21 na Academia Brasileira de Letras.

A história é sobre a vida de uma filha de ciganos chamada Sherine Khalil que foi adotada por um casal de libaneses. A mesma mudou-se com seus pais adotivos para Londres por conta de uma guerra civil que estava iniciando no Líbano por volta de 1974-1975. Em Londres seu pai consegue se restabelecer muito bem com a família ao mesmo tempo em que a menina cresce e é educada da melhor forma possível. Ao menos estes eram os planos de seus pais.

Athena, como passou a ser conhecida posteriormente, um dia decide largar a faculdade e ter um filho aos 19 anos. Por alguns conflitos entre o casal acabam separando-se e a mesma decide conhecer novos locais bem como uma nova forma de viver  por conta das dificuldades encontradas e da ausência de sentido em sua vida.

Durante estas viagens conhece pessoas que posteriormente tornam-se Mestres e Discípulos desta que acabou despertando conhecimentos sobre uma antiga tradição que remonta os tempos pagãos nos quais o culto religioso era voltado à uma Deusa chamada de Grande Mãe.

Após atrair muitos seguidores a mesma é caçada e apontada como bruxa e adoradora de Satanás. Após tentar defender o direito de exercer a sua, bem como a de muitos outros, liberdade de culto, Athena passa por inúmeras críticas e acusações inclusive judiciais.

O fato é que os poderes despertados nela e que por sua vez são passados aos seus seguidores acabam moldando e mudando a vida de todos que a cercam de formas inusitadas.

A história, ao invés de ser uma simples narrativa do autor, acontece em forma de relatos que partem de vários personagens que tiveram contato com Athena. Paulo Coelho optou por utilizar esta metodologia para evitar que ele escrevesse a SUA visão de Athena. Optou por relatar apenas a visão daqueles que tinham constante contato com a mesma.

Uma leitura agradável e nem um pouco cansativa.

Segue breve sinopse retirada do site da livraria Saraiva.

“A Bruxa de Portobello”, novo livro de Paulo Coelho, trata das injustiças cometidas pela Igreja no período da inquisição. Além disso, traça um paralelo com a sociedade contemporânea, onde o medo da mudança e o conformismo muitas vezes determinam o curso de nossas vidas.

Abraços!