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Que tal testar o Android em seu Linux?

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Se você é da área de tecnologia, com certeza já ouviu falar deste tal Android que vem ganhando cada vez mais notoriedade e mercado no mundo dos smartphones. Não ouviu falar? Sugiro que repense suas escolhas acadêmicas e/ou profissionais. Talvez não tenha feito a escolha certa. Atualize-se.

O fato é que o Android, como todos já sabemos, é um dos mais “populares” sistemas operacionais atuais para smartphones. Usei a palavra populares entre aspas pelo fato de ele ainda não ser muito utilizado, porém com certeza é muito citado. Desenvolvido inicialmente pela gigante Google, passando a ser mantido posteriormente pela Open Handset Alliance, o Android é um sistema operacional baseado no kernel Linux, permite que qualquer programador desenvolva uma aplicação em java, por exemplo, e controle o dispositivo através de bibliotecas desenvolvidas pela Google.

Apenas recentemente o Android vem ganhando realmente mercado em smartphones e aparelhos genéricos, os famosos xing-lings ou MPx da vida.

E você? Pensava em testar este tal Android mas não pretendia comprar um smartphone para tal? O Google pensou em você e desenvolveu um emulador SDK para que você possa rodar o Android em sua máquina.

Aqui estarei descrevendo o procedimento para instalação no Linux, porém não possui muita diferença e o processo pode ser facilmente adaptado no caso de usuários do OS X ou Windows.

Antes de mais nada preciso informar que ele possui como requisito básico o Java. Se você não possui java instalado em sua máquina, esta é a hora de o instalar.

Para começar, precisamos baixar o emulador SDK disponibilizado pelo google no link: http://developer.android.com/sdk/index.html

No meu caso, estarei trabalhando em cima da versão para Linux.

O arquivo baixado está compactado com a extensão .tgz e pode ser descompactado com o comando a seguir:

[kalib@tuxcaverna android]$ tar -xvzf android-sdk_r06-linux_86.tgz

Ele irá descompactar a pasta android-sdk-linux_86. Entre no diretório e repare que existe um sub-diretório chamado tools dentro dele. Você precisará rodar o executável  android que se encontra lá.

[kalib@tuxcaverna tools]$ ./android

A tela a seguir lhe será apresentada.

Agora precisamos instalar o Android em si, portanto vamos começar vendo a lista de aplicativos disponíveis para instalação.

Repare que na lateral esquerda existem 5 abas. Vamos trabalhar por enquanto na aba Available Packages. Ao clicar nela, a seguinte tela lhe será apresentada:

Clique na seta que se encontra ao lado da opção https://dl-ssl.google.com/android/repository/repository.xml

Lhe será exibida uma lista de aplicativos disponíveis para instalação, conforme imagem:

No meu caso, vou selecionar apenas a versão 2.2 do Android. Mas, sinta-se livre para selecionar e instalar outras que estejam disponibilizadas.

Uma vez que eu tenha selecionado a box do SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, basta clicar em Install Selected.

Ele me apresenta uma janela de confirmação. Basta clicar em Accept e em seguida em Install.

Será iniciado o download da(s) aplicação(ões) selecionada(s), conforme imagem abaixo.

Ao concluir o download, a tela ficará aguardando que você clique em Close, como na imagem a seguir:

Após isto, podemos ir para a aba Installed Packages. Lá veremos a lista do que instalamos. No meu caso, apenas o SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, como na imagem a seguir:

Agora vamos criar o dispositivo virtual. Clique na primeira aba, Virtual Devices, e em seguida clique no botão New…

Lhe será apresentada uma tela pedindo as seguintes informações:

Name: (Nome que deseja dar para este dispositivo virtual)

Target: (Você deve apontar para a API desejada. No meu caso, apontei para o Android 2.2 que instalei)

SD Card: (Aqui você define o tamanho que deseja para o arquivo que será o dispositivo virtual)

Skin: (Nesta opção você poderá definir a resolução que deseja utilizar ou tamaho de tela)

Hardware: (Opções para abstração ou comunicação com o seu hardware)

Pode preencher de forma parecida com o que eu fiz na imagem a seguir:

Feito isto, clicamos em Create AVD.

Bingo, seu dispositivo foi criado e está pronto para uso.

Basta clicar em cima dele e em seguida pressionar o botão Start…

E o resultado? Nosso Android dando o seu primeiro boot.

Vejamos o menu de principal…

Que tal testar o browser? Sim, pode testar. Ele já está conectado na internet, caso, obviamente, a sua máquina (hospedeira) esteja conectada. Eles já se comunicam por bridge.

Não é que funciona mesmo?!


Abraços!

Comunidade Arch Linux Portugal

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Saudações colegas! Ou deveria dizer “Boas“?¿

Este post é dedicado aos amigos de Portugal que visitam o meu blog, bem como usuários Arch Linux em geral.

Gostaria de comunicar o nascimento da Comunidade Arch Linux Portugal.

É comum encontrarmos usuários em nosso canal de irc que são de Portugal (Tugas). Percebemos facilmente pelo português diferente. Já havíamos percebido a falta de um espaço dedicado a eles. Em contato com o Mkman, um usuário Arch de Portugal, decidimos que estava na hora de mudar essa história. Agora este problema começa a se resolver.

A Comunidade Arch Linux Portugal acaba de nascer oficialmente e está procurando ajuda para sua estruturação: Site, fórum, lista e outros serviços.

Assim como fazemos no Arch Linux Brasil, dentre outras comunidades Arch Linux em outros países, a comunidade Arch Linux Portugal será o ponto de apoio entre o Arch Linux e os usuários dessa distribuição em seu país. Além de fornecer suporte e ajudar na divulgação da distribuição em Portugal, a comunidade também servirá como uma ponte de colaboração mais direta no projeto Arch Linux internacional, seja com tradução de documentação, empacotamento no AUR, etc.

O Arch Linux Portugal já conta com um grupo no GoogleGroups onde podemos trocar ideias e tirar dúvidas. Para se cadastrar, acesse o seguinte endereço: http://groups.google.com/group/archlinux_pt

Além da lista de email, o Arch Linux Portugal também já possui um canal de irc na rede freenode: archlinux-pt@irc.freenode.net

Para os que não possuem intimidade com o irc, basta utilizar algum cliente irc como o Xchat por exemplo e se conectar na rede freenode através do comando:

/server irc.freenode.net

Em seguida, basta acessar o canal com o comando:

/join #archlinux-pt

OBS: “Tugas” interessados em ajudar no projeto de alguma forma, podem se cadastrar no groups do Google ou aparecer no irc e entrar em contato comigo (kalib) ou com o Mkman através do email ttiagosousa at gmail.com.

Agora é a vez de vocês “Tugas”.

Em nome do Arch Linux Brasil gostaria de destacar que daremos total apoio a vocês no que precisarem.

Abraços

Go ou Go! Linguagem do Google cria primeira intriga

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Acho que todos, ou quase todos, devem ter acompanhado a notícia de que a gigante Google criou uma linguagem de programação chamada Go.

Muito foi falado em vários sites/blogs sobre as vantagens/desvantagens da mesma.

De fato é uma linguagem impressionante que se mostrou bastante eficaz na velocidade com que o compilador trabalha e compila todo o código. Realmente uma velocidade que impressiona a todos.

Mesmo tendo achado a sua sintaxe, digamos assim, bastante feia e pouco prática (me lembrou pascal em alguns aspectos), ela realmente merece um estudo um pouco mais aprofundado do que um simples hello world.

Apesar de preferir metodologias ágeis e linguagens que sigam esta linha, como python ou ruby, que se utilizam de códigos simples e elegantes, acredito que a linguagem Go pode trazer grande performance em muitos casos.

Ainda não pude estudar de forma aprofundada mas já pude ver coisas bacanas na forma como aloca e desaloca memória. Isso realmente me chamou a atenção.

Mas, nem tudo é um paraíso.

Com tantos rumores sobre o novo lançamento, acabou ficando oculto o fato de que já existia uma linguagem chamada Go! e que o criador da mesma, Francis Maccabe, está inclusive insatisfeito com o lançamento descarado do google. Sim, o mesmo já inclusive se reportou ao Google, como podem ver no link a seguir. O mais intrigante é que o mesmo utilizou a página de report de bugs/issues para o fazer.

A pergunta é: Seria a escolha do nome da linguagem um bug a ser reportado? hehe

http://code.google.com/p/go/issues/detail?id=9

O mesmo contesta a falta de “criatividade” (?¿) do Google por utilizar o nome Go.

Se aquele link não bastou, segue um link de venda do livro do Maccabe escrito em 2007 a cerca da linguagem Go!.

http://www.lulu.com/content/paperback-book/lets-go/641689

Como será que o google irá lidar com isso? Terá a decência de agir corretamente e mudar o nome de sua linguagem enfrentando toda a dor de cabeça disto após seu lançamento e divulgação? Ou simplesmente “comprará” a outra ideia, quem sabe oferecendo um emprego ou coisa parecida ao Mccabe?!

Que coisa não?! o.O

Abraços

Chromium ganha suporte ao Flash por completo

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Saudações pessoal..

Eu já havia postado aqui a notícia sobre o lançamento do navegador Chromium para o Linux, bem como o fato de o mesmo se encontrar disponível em nosso repositório nacional do Arch Linux. Na ocasião o projeto chromium ainda era bem imaturo e não possuía nenhum suporte à plugins. Bom, as coisas estão mudando.

Para quem ainda não sabe, Chromium é o projeto open source que serve de base para o já conhecido Chrome do Google.

Ontem saiu uma nova build do chromium que trás suporte total ao flash, precisando-se apenas criar um link simbólico para o seu já existente plugin flash que se encontra no diretório de seu firefox.

chromium-flash

Esta nova build, já se encontra atualizada em nosso repositório nacional, graças ao nosso amigo Paulo (aka thotypous), e você pode instalar, caso ainda não tenha, ou apenas atualizar o seu com os seguintes comandos:

# pacman -Sy

# pacman -S chromium-snapshot

Estes comandos irão atualizar sua lista de repositórios e em seguida atualizar/instalar seu chromium.

Feito isto, basta criar o link simbólico para o plugin do flash, seguindo a seguinte sequência de comandos:

cd /opt/chromium-browser
mkdir plugins
cd plugins
ln -s /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so .

Feito isto, execute seu chromium e digite no campo de url:

about:

Você verá claramente que o plugin flash está instalado. Agora é só correr pro abraço e testar em sites como o youtube por exemplo.

Abraços