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Parabéns! Dia do Administrador de Redes e Sistemas

| Posted in cultura hacker, Impressões |

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É isso aí…
E você pensava que o cara da informática, escravo dos escravos, não tinha direito a nada a não ser trabalhar, eim?!
Também temos o nosso dia.
Parabéns a todos os Administradores de Redes e Sistemas. Hoje, última sexta-feira de julho é o SysAdminDay.
Você que é um usuário comum e que vive reclamando do pessoal de TI de sua empresa, aproveite este dia para lhes parabenizar pelo trabalho prestado seja durante o dia, noite e, porque não, madrugada.

É isso aí…E você pensava que o cara da informática, escravo dos escravos, não tinha direito a nada a não ser trabalhar, eim?!Também temos o nosso dia.Parabéns a todos os Administradores de Redes e Sistemas. Hoje, última sexta-feira de julho é o SysAdminDay.

Você que é um usuário comum e que vive reclamando do pessoal de TI de sua empresa, aproveite este dia para lhes parabenizar pelo trabalho prestado seja durante o dia, noite e, porque não, madrugada.

No link do SysAdminDay existem maiores informações, fotos, vídeos dentre outras coisas interessantes em relação ao nosso trabalho.

Abraços!

Recomendação Bibliográfica – O Símbolo Perdido

| Posted in Impressões, Literatura |

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Saudações pessoal!

Que tal um pouco mais de leitura?

A recomendação bibliográfica deste mês se chama O Símbolo Perdido, o último lançamento de Dan Brown. Para quem não conhece, se é que alguém ainda não ouviu falar, Dan Brown é o escritor norte-americano que tornou-se mundialmente famoso depois das polêmicas geradas com o lançamento de seu best-seller O Código da Vinci.

Antes de O Código da Vinci o autor já havia escrito outros três excelentes livros que, por algum motivo, passaram um tanto quanto escondidos até as polêmicas do quarto livro que despertou interesse mundial em suas obras anteriores. Com isto, Dan Brown conseguiu um feito memorável ao ter seus 4 primeiros livros simultaneamente na lista de mais vendidos do The New York Times.

Em ordem cronológica, seus lançamentos foram:

* Fortaleza Digital – 1998
* Anjos e Demônios – 2000
* Ponto de Impacto – 2001
* O Código Da Vinci – 2003
* O Símbolo Perdido – 2009

Particularmente, acho as 3 obras anteriores melhores do que o próprio O Código da Vinci, o que não torna este último um livro ruim.

Sua última obra, intitulada O Sìmbolo Perdido, é mais uma aventura vivida pelo já conhecido personagem Robert Langdon, que também protagonizou Anjos e Demônios e O Código da Vinci.

Mantendo o tópico de assuntos místicos e de Ordens místicas, neste livro Robert Langdon é responsável por evitar que antigos segredos guardados pela Franco-Maçonaria caiam em mãos erradas, o que poderia despertar segredos e conhecimentos antigos inimagináveis que poderiam ser um mal à toda a humanidade.

Estou na metade do livro mas já posso recomendar sem sombra de dúvidas. Uma leitura agradável e pouco cansativa que nos prende do começo ao fim.

Segue sinopse retirada do site da livraria saraiva:

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas.
Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo.
Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo.
Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.
Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.

Boa leitura…

Que tal testar o Android em seu Linux?

| Posted in Android, google, Impressões, Java, Linux, software livre |

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Se você é da área de tecnologia, com certeza já ouviu falar deste tal Android que vem ganhando cada vez mais notoriedade e mercado no mundo dos smartphones. Não ouviu falar? Sugiro que repense suas escolhas acadêmicas e/ou profissionais. Talvez não tenha feito a escolha certa. Atualize-se.

O fato é que o Android, como todos já sabemos, é um dos mais “populares” sistemas operacionais atuais para smartphones. Usei a palavra populares entre aspas pelo fato de ele ainda não ser muito utilizado, porém com certeza é muito citado. Desenvolvido inicialmente pela gigante Google, passando a ser mantido posteriormente pela Open Handset Alliance, o Android é um sistema operacional baseado no kernel Linux, permite que qualquer programador desenvolva uma aplicação em java, por exemplo, e controle o dispositivo através de bibliotecas desenvolvidas pela Google.

Apenas recentemente o Android vem ganhando realmente mercado em smartphones e aparelhos genéricos, os famosos xing-lings ou MPx da vida.

E você? Pensava em testar este tal Android mas não pretendia comprar um smartphone para tal? O Google pensou em você e desenvolveu um emulador SDK para que você possa rodar o Android em sua máquina.

Aqui estarei descrevendo o procedimento para instalação no Linux, porém não possui muita diferença e o processo pode ser facilmente adaptado no caso de usuários do OS X ou Windows.

Antes de mais nada preciso informar que ele possui como requisito básico o Java. Se você não possui java instalado em sua máquina, esta é a hora de o instalar.

Para começar, precisamos baixar o emulador SDK disponibilizado pelo google no link: http://developer.android.com/sdk/index.html

No meu caso, estarei trabalhando em cima da versão para Linux.

O arquivo baixado está compactado com a extensão .tgz e pode ser descompactado com o comando a seguir:

[kalib@tuxcaverna android]$ tar -xvzf android-sdk_r06-linux_86.tgz

Ele irá descompactar a pasta android-sdk-linux_86. Entre no diretório e repare que existe um sub-diretório chamado tools dentro dele. Você precisará rodar o executável  android que se encontra lá.

[kalib@tuxcaverna tools]$ ./android

A tela a seguir lhe será apresentada.

Agora precisamos instalar o Android em si, portanto vamos começar vendo a lista de aplicativos disponíveis para instalação.

Repare que na lateral esquerda existem 5 abas. Vamos trabalhar por enquanto na aba Available Packages. Ao clicar nela, a seguinte tela lhe será apresentada:

Clique na seta que se encontra ao lado da opção https://dl-ssl.google.com/android/repository/repository.xml

Lhe será exibida uma lista de aplicativos disponíveis para instalação, conforme imagem:

No meu caso, vou selecionar apenas a versão 2.2 do Android. Mas, sinta-se livre para selecionar e instalar outras que estejam disponibilizadas.

Uma vez que eu tenha selecionado a box do SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, basta clicar em Install Selected.

Ele me apresenta uma janela de confirmação. Basta clicar em Accept e em seguida em Install.

Será iniciado o download da(s) aplicação(ões) selecionada(s), conforme imagem abaixo.

Ao concluir o download, a tela ficará aguardando que você clique em Close, como na imagem a seguir:

Após isto, podemos ir para a aba Installed Packages. Lá veremos a lista do que instalamos. No meu caso, apenas o SDK Platform Android 2.2, API 8, revision 2, como na imagem a seguir:

Agora vamos criar o dispositivo virtual. Clique na primeira aba, Virtual Devices, e em seguida clique no botão New…

Lhe será apresentada uma tela pedindo as seguintes informações:

Name: (Nome que deseja dar para este dispositivo virtual)

Target: (Você deve apontar para a API desejada. No meu caso, apontei para o Android 2.2 que instalei)

SD Card: (Aqui você define o tamanho que deseja para o arquivo que será o dispositivo virtual)

Skin: (Nesta opção você poderá definir a resolução que deseja utilizar ou tamaho de tela)

Hardware: (Opções para abstração ou comunicação com o seu hardware)

Pode preencher de forma parecida com o que eu fiz na imagem a seguir:

Feito isto, clicamos em Create AVD.

Bingo, seu dispositivo foi criado e está pronto para uso.

Basta clicar em cima dele e em seguida pressionar o botão Start…

E o resultado? Nosso Android dando o seu primeiro boot.

Vejamos o menu de principal…

Que tal testar o browser? Sim, pode testar. Ele já está conectado na internet, caso, obviamente, a sua máquina (hospedeira) esteja conectada. Eles já se comunicam por bridge.

Não é que funciona mesmo?!


Abraços!

Simples solução de backup? SBackup

| Posted in Arch Linux, cultura hacker, Impressões, Linux, segurança |

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Quantas vezes você já foi surpreendido por alguma falha grave em seu sistema de arquivos, disco rígido ou mesmo por vírus (no caso de quem utiliza Sistemas Operacionais Genéricos) e depois de perder centenas de arquivos e informações se perguntou: Porque eu não fiz backup disso antes?

É natural do ser humano ignorar o ditado “Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje” dando espaço ao mais utilizado e adotado (quase que enraizado na cultura brasileira) “Não faça agora o que pode esperar para amanhã”, e, por consequência desta atitude, milhares de dados são perdidos diariamente no mundo inteiro pela falta de um simples backup.

Existem milhares de ferramentas de backup super eficientes para meios corporativos, portanto não abordarei este tópico. Empresas já possuem (ou ao menos deveriam possuir) seus especialistas em TI que conhecem boas soluções e estratégias de backup para garantir a continuidade dos serviços da empresa em casos de necessidade ou perda.

Hoje vou apresentar uma ferramenta bem simples e interessante aos usuários domésticos. Sim, backup não é apenas para empresas. Sempre é bom que se tenha backup mesmo em sua máquina doméstica. Não perca sua monografia que levou tanto tempo para ser trabalhada, ou aquele projeto importante, quem sabe até aquelas fotos de 10 anos atrás que você tanto preza.

É comum ver amigos fazendo tais backups em dvds, pendrives, email, etc. Porém, isso me parece um tanto quanto amador.

Se você realmente preza pelos seus dados, é hora de planejar um backup sério.

Lhes apresento o SimpleBackup, ou simplesmente SBackup.

Uma apresentação informal rápida…

O Simple Backup é uma solução de backup simples para atender as necessidades de usuários desktop. O projeto foi patrocinado pelo Google durante o Google Summer of Code 2005.

Instalação? Se você utiliza Arch Linux, basta pedir ao nosso amigo pacman:

# pacman -S sbackup

OBS: Ele lhe dará duas ferramentas depois de instalado:

* Configuração do Backup

* Restauração de Bakcup

Vamos começar pela Configuração do Backup.

E agora, a tão esperada Cara do Bixo.

Essa é a tela inicial. Simples e modesta. Sem propagandas ou logomarcas coloridas.

O Simple Backup lhe permite fazer backups simples, completos ou incrementais.

Nesta primeira tela, você decide a forma desejada. Sugiro que para o primeiro teste, selecione a opção Somente backup manual. Desta forma iremos configurar um backup simples e rápido para testar a ferramenta.

Selecionada a opção de “Somente backup manual”, vamos à próxima aba chamada “Inclusões”. Nos será apresentada a tela a seguir:

Por padrão ele vai trazer vários diretórios, pode Remover os diretórios que ele lhe trás e adicionar alguns poucos diretórios (de preferência com poucos arquivos, apenas para agilizar nosso teste. ;] Um total de 20 ou 30 MBs já resolve para nosso teste.

No meu exemplo, eu desejo backup apenas dos diretórios “/home/kalib/imgs/” e “/home/kalib/amsn_received/”, conforme pode ser visto na imagem anterior.

Uma vez que você tenha finalizado a configuração dos diretórios desejados, vamos para a próxima aba: “Exceções”

Esta aba servirá para informarmos o que NÃO deverá entrar no backup. Esta sessão se divide em 4 categorias, como pode ser visto na imagem abaixo:

1- Pastas - Aqui você lista quais pastas ou arquivos não deseja incluir no backup. Repare que ele já trás vários diretórios por padrão. Pode remover todos. Por exemplo:

Supondo que eu tenha marcado o diretório /home/kalib/imgs/ para backup, porém dentro deste diretório existem os diretórios /imgs1 /imgs2 e /imgs3. Eu não quero o /imgs3 em meu backup, então posso incluir nestas Exceções de Pastas o caminho “/home/kalib/imgs/imgs3/”. Deverá ficar algo como ilustrado a seguir:

2- Tipos de arquivos – Aqui devemos descriminar quais tipos de arquivos iremos deixar fora fora do backup. Novamente, ele já trás vários diretórios por padrão. Pode remover todos. Esta função é útil por exemplo para quem não deseja levar no backup algum tipo de arquivos em específico.

Por exemplo, supomos que nos diretórios que eu marquei para fazer backup, eu não deseje que sejam levados também os arquivos do tipo .mp3.

Para isto, eu clico na opção Adicionar e na janela que será apresentada escolho a opção de formato mp3.

Deverá ficar da seguinte forma:

3- Expressões Regulares – Esta é para quem possui conhecimentos em regex. Caso você não entenda o que são expressões regulares, sugiro que remova os que ele trás por padrão e deixe este campo em branco.

4- Tamanho Máximo – Por último, definiremos o tamanho máximo de cada arquivo que estará no backup. Vamos supor que eu não queira que ele leve arquivos maiores que 10 MB. Basta indicar neste campo e seguir em diante.

Agora vamos conhecer a próxima aba, “Destino”.

Nesta aba, como o próprio nome já diz, deveremos escolher o local para onde será enviado o nosso backup. Aqui temos três opções:

1- Usar a pasta padrão backups que se localiza em /var/backup

2- Usar uma pasta personalizada: Neste caso você vai escolher em qual diretório você deseja que o backup seja feito. Lembrando que este destino pode ser também um disco externo que possa estar plugado via usb, por exemplo.

3- Utilizar uma pasta remota: Neste caso você envia o backup para uma outra máquina pela rede através de ssh ou ftp.

No meu caso, optei por enviar via ssh para uma outra máquina, como pode ser visto na imagem anterior. Mas, qualquer que seja a opção escolhida por você, servirá para o nosso teste. Apenas a nível de curiosidade, segue comando que digitei como meu destino:

ssh://MEU_USUARIO:MINHA_SENHA@192.168.0.83/home/marcelo.cavalcante/backups/

Onde:

MEU_USUARIO = nome do usuário na máquina que receberá este meu backup

MINHA_SENHA = senha deste usuário

192.168.0.83 = ip da máquina para onde o backup será enviado

/home/marcelo.cavalcante/backups/ = diretório onde eu desejo que o backup seja guardado na outra máquina

A próxima aba é a de “Agendamento”. Nela você irá definir a frequência com que seu backup será realizado. Diário, semanal, mensal, a cada 2 dias, a cada 10 dias, etc… Qual dia? Qual hora? Qual minuto?

Estas configurações, caso habilitadas, serão para um backup incremental, ou seja, apenas o que foi adicionado desde o último backup.  Repare na opção “Faça um backup completo uma vez a cada XX dias”. Caso você faça os agendamentos anteriores e determine neste campo o valor de 10 dias, estará significando que o seu agendamento anterior será para backups incrementais e apenas depois de 10 dias ele será completo.

Esta é a cara da criança:

Como nada disso importa para este nosso teste, deixe como na imagem acima mesmo… sem agendamentos e datas.

Vamos à última aba: “Limpeza”

É aqui que você configura sua política de limpeza de backups. por exemplo. Se eu faço backups diários incrmentais e um completo a cada semana, rapidamente eu terei uma quantidade de arquivos de backups enormes e desnecessários, então posso especificar nesta aba que desejo que arquivos de backup de 30 dias atrás, por exemplo, sejam removidos automaticamente.

Novamente, deixemos isto para lá por enquanto. Não utilizaremos em nosso teste. Segue imagem:

Feitas estas configurações, clique em “Salvar”. Isto irá gravar as configurações feitas por você. Após isto, basta clicar em “Backup Agora!”

O backup será iniciado em background, portanto não espere por uma barra de progresso. Caso deseje acompanhar se o processo realmente iniciou, utilize ferramentas como o top ou o ps em seu linux. ;]

Como colocamos poucos diretórios e arquivos, esta tarefa deve levar poucos minutos.

Passados alguns minutos, pode reparar no local que você especificou como destino. Lá estarão seus arquivos de backup, com data e hora deste momento em que foi executado.

E caso, eu tenha escondido um vírus neste blog e os arquivos de seu hd sejam removidos em 2 minutos? >]

Não se desespere. Uma vez que você já realizou backup de seus dados, tudo o que você precisa fazer é restaurar o mesmo.

Inicie agora a outra ferramenta: Restauração de backup

Esta é a aparência, também simples, da mesma:

Tudo o que tem a fazer é escolher o arquivo de backup que deseja restaurar e clicar em restaurar. ;]

Ela lhe permite inclusive escolher o que exatamente você deseja restaurar e onde deseja restaurar. Tudo isso com uma interface bastante simples e intuitiva.

Que bom ter uma cópia de seus dados em casos de catástrofes, certo?!

Abraços!