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Chaveamento de Interfaces de rede – placas Broadcom

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broadcom

Como diria a Feiticeira (não lembro o nome real dela), não é feitiçaria, é tecnologia!

Como já expliquei no outro post, tive problemas com meu notebook e por isso passei muito tempo afastado do blog. Bom, recentemente comprei outro e cá estou novamente em casa.

Mas, como nem tudo é um mar de rosas… toda mudança trás impactos positivos e negativos.

A máquina escolhida foi um Dell Vostro 3300. Com certeza uma excelente máquina e que eu não deixaria de recomendar para ninguém.

Para quem comprou algum Dell recentemente, ou pensou em comprar, não deve ser uma novidade que estas máquinas, em sua grande maioria, estão trazendo chipsets wireless da Broadcom, ao invés dos Intel.

Quando pensei em comprar, refleti bastante sobre isto, visto que os drivers para broadcom no linux já tiveram um passado um tanto quanto nebuloso em se tratando de Wireless.

Resolvi encarar e não me arrependo. A performance está excelente. O driver realmente funcionou como deveria funcionar porém tive um pequeno problema.

Utilizo KDE como gerenciador de janelas em meu ArchLinux e Wicd como gerenciador de redes. Estava tudo funcionando bem mas ao reiniciar a máquina um certo dia percebo que o Wicd não havia encontrado nenhuma rede wireless. o.O

Reinicio novamente e ele volta a encontrar. Feitiçaria? Fiquei curioso e resolvi reiniciar novamente e… funcionou. Pensei: “Foi apenas um susto..ela devia querer descansar..”

Mas no dia seguinte ao ligar em casa percebi que, novamente, a interface wireless não foi encontrada pelo Wicd. Lembrei do fato anterior e reiniciei novamente. A interface continuava sem funcionar no Wicd.

Lhes poupando dos testes que resolvi fazer para isolar o problema, descobri que as vezes a minha interface wireless estava subindo como eth0, as vezes subindo como eth1. Isso, obviamente, deixava o Wicd confuso, pois na configuração dele é necessário especificar qual será a interface wireless e qual será a wired (cabeada). Portanto, quando o notebook subia com a wireless na eth1, o Wicd funcionava numa boa, mas quando subia na eth0 o Wicd continuava tentando escanear redes wireless com a eth1, portanto não funcionava.

Após algumas pesquisas descobri que este é um acontecimento comum em relação ao driver da broadcom. Este chaveamento ou swap de interfaces de rede acontece realmente de forma aleatória.

Como resolver? Amarrando a interface ao nome, literalmente.

A placa começou a funcionar da forma esperada após vincular via regra o MAC da interface ao nome que eu desejava para ela. Desta forma, na hora de subir, ambas passam a subir de acordo com a regra que eu especifiquei, o que resolveu o problema pois a interface wireless passou a sempre subir com o mesmo nome, evitando que o Wicd tentasse escanear com uma interface que não existe.

Sem mais papo furado.. mãos à obra!

Antes de mais nada é necessário criar, caso você já não possua, o arquivo /etc/udev/rules.d/10-network.rules acrescentando o seguinte conteúdo:

SUBSYSTEM==”net”, ATTR{address}==”aa:bb:cc:dd:ee:ff”, NAME=”eth0″
SUBSYSTEM==”net”, ATTR{address}==”aa:bb:cc:dd:ee:ff”, NAME=”eth1″

o.O wtf?

Bom, com isto você estará deixando claro para o sistema qual o nome que deverá ser atribuído para cada interface.

Você deverá apenas substituir o “aa:bb:cc:dd:ee:ff” e “ff:ee:dd:cc:bb:aa” pelos respectivos endereços MAC das interfaces.

O valor dos campos NAME podem ser alterados de acordo com sua vontade, por exemplo: eth0 para a cabeada e wlan0 para a wireless.

Caso não saiba como conseguir o endereço MAC de suas interfaces, utilize o seguinte comando:

# ifconfig | grep HW

Isso lhe dará um retorno parecido com o seguinte:

eth0  Link encap:Ethernet  HWaddr A4:BA:DB:D7:41:C0
eth1  Link encap:Ethernet  HWaddr 1C:65:9D:6E:65:1B

Os endereços MAC são os valores que destaquei acima.

ATENÇÃO: Apesar de o MAC constantemente ser escrito com letras em maiúsculo como apresentado acima, no caso do arquivo 10-network.rules você deverá utilizar letras em minúsculo. Exato, o arquivo é case sensitive, portanto só funcionará desta forma.

Caso você receba uma saída parecida com a minha e queira se certificar de qual dos dois endereços MAC é o que realmente representa a interface wireless pode testar com os seguintes comando:

# iwlist eth0 scanning

e…

# iwlist eth1 scanning

Você perceberá que terá resultados diferentes. O que retornar um scan completo de redes wireless disponíveis, obviamente, é a interface Wireless. ;]

Após ter escolhido o nome que deseja para cada uma de suas interfaces pode salvar o arquivo de regra.

ATENÇÃO²: Certifique-se de atualizar o seu arquivo /etc/rc.conf para evitar que os nomes das interfaces estejam diferentes das que você criou no arquivo de regras.

É isto.. agora sua interface funcinoará da forma esperada.

Abraços!

Recomendação Bibliográfica: As Brumas de Avalon vol I – A Senhora da Magia

| Posted in Impressões, Literatura |

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Saudações amigos…

Sentiram saudades?

Novamente passei por um jejum em relação ao blog. Sim, motivos de força maior. Tive alguns problemas em relação ao meu laptop portanto fiquei sem condições de dar atenção ao blog por algumas semanas. Agora, de laptop novo, posso voltar à rotina.

Nada melhor para começar do que assuntos que desopilam, correto? Bom, vésperas de feriado do Natal então, por favor Kalib, nada de baboseiras técnicas.

A recomendação bibliográfica deste mês é um livro um tanto quanto antigo, porém que ainda hoje me surpreende.

Se chama As Brumas de Avalon vol I – A Senhora da Magia.

Lembro que li este livro pela primeira vez cerca de 6 ou 7 anos atrás e como coinscidentemente estou acompanhando uma série sobre o rei Artur, Merlin e companhia, bateu a saudade do livro e resolvi ler novamente. Relembrar a história.

Bom, o livro é sem sombra de dúvidas uma excelente narrativa para quem gosta de contos de época, reinos, magia, etc.

Diferentemente de todas as histórias conhecidas sobre o rei Artur, seu reinado e conquistas, As Brumas de Avalon contam como tudo aconteceu a partir da perspectiva de mulheres da época que tiveram contato e laços com Artur. Sim, a Sacerdotisa Morgana, que passa a ser a protagonista principal da história, conta sua vida desde sua infância e como ela teve forte, para não dizer fundamental, influência em toda a história de sucesso do Rei Artur.

Além de Morgana, o livro aborda a vida e influência de outras mulheres que também tiveram papéis essenciais para o desenvolvimento de Artur bem como de acontecimentos gerais. Vários outros aspectos místicos de antigas religiões como os Druídas e crenças pagãs baseadas no culto de uma Grande Deusa são abordados. Entre conflitos com a Igreja e rituais pagãos, Artur se prepara para assumir seu fardo.

Em meio a uma série de conflitos religiosos, Artur passa a ser o responsável por unificar e assegurar a harmonia da Bretanha comandando vários Reis que lhe devem jurar fidelidade.

Segue breve sinopse deste que é o primeiro livro de uma série que conta com 4 volumes retirada do site da Livraria Saraiva:

Neste enorme e emocionante romance, a lenda do rei Artur é contada pela primeira vez através das vidas, das visões e da percepção das mulheres que nela tiveram um papel central.
Igraine, Viviane, Guinevere, Morgana. Elas revelam, com as suas vidas e sentimentos, a lenda de Artur, como se fosse nova de, ao mesmo tempo, levam o leitor a integrar-se na história, de maneira natural e profunda.
Assim, esta obra proporciona uma narrativa soberba de uma lenda, e a recriação dessa lenda, bem como a brilhante contribuição para a literatura do ciclo arturiano.

Abraços e um Feliz Natal a todos!

Somos menos de 1%? o.O Usuários Linux, cadastrem-se!

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Pessoal, recentemente surgiram algumas notícias de fontes suspeitas informando que o Linux está em menos de 1% dos computadores desktop existentes no mundo hoje.

Será verdade?

Todos podemos ver claramente o quanto o Linux vem crescendo e ganhando espaço hoje em dia. Lembro que em 2005, quando entrei na faculdade, ao perguntar para meus colegas de faculdade, poucos conheciam ou já haviam chegado perto de uma máquina com Linux. Hoje a realidade é outra, cerca de 50% dos colegas já, ao menos uma vez, utilizaram uma máquina com Linux, seja em seu trabalho, seja no Banco, lan house, etc.

O Linux está ficando mais forte a cada dia entre os usuários domésticos.

Começaram um projeto web para tentar quebrar este mito: http://www.dudalibre.com/gnulinuxcounter?lang=en

Se você possui um desktop, ou mais, com linux, talvez você queira contabilizar o seu voto.

Além de contabilizar quantas máquinas desktop utilizam Linux, ele ainda separa por ranking de países e distribuições.

Se serve de incentivo, ainda estamos abaixo dos hermanos argentinos. ¬¬ Vamos dar um gás né galera?

Abraços!

HACKING’N ROLL Fortaleza!

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É hora de separar suas melhores garrafas de cerveja café e seus melhores números de telefones para pedidos de pizza. O Hacking’n Roll Fortaleza vai começar!

O evento soa mais como um desafio ao velho estilo Capture The Flag. Para quem conhece e acompanha a Defcon, o Capture The Flag não será nenhuma surpresa. Aos que não conhecem, se trata de um desafio, ou melhor uma série de desafios/questões que devem ser resolvidos em um determinado tempo.

Neste Hacking’n Roll serão um total de 25 questões/desafios que deverão ser resolvidos em 24 horas.

Começará num sábado às 8:00 e dura até domingo às 8:00.

Estas 24 horas serão o tempo que os participantes terão para tentar resolver o máximo de desafios/questões possíveis.

Ao final do evento será disponibilizado um ranking com os resultados dos participantes e os melhores estarão qualificados para o curso Hacking 101, treinamento na área de segurança da informação ministrado pelo INSERT, Information Security Research Team.

Para maiores informações e inscrições, basta acessar a página do Hacking’n Roll.

Good Hacking!