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O Tux agora é oficialmente um membro da família!

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Saudações pessoal,

Este post vai em homenagem ao mais novo membro de minha família. O Tux!

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Exatamente, é um lindo labrador.

O Tux hoje está completando seus 47 dias de vida e já está se acostumando com sua nova casa onde chegou na última noite.

Já possui suas tigelas de água e comida bem como alguns brinquedinhos, mas como ele chegou tarde da noite não deu tempo de comprar tudo ainda.

Abaixo uma foto do Tux com sua vovó (minha mãe). Sim, ele esta com cara de sono. Era tarde da noite e ele ainda não havia chegado em sua casa nova.

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Quem nunca sonhou em ter o Tux em casa? haha

Agora eu o tenho.

Já até pensei no presente para quando ele completar 1 ano de idade: Uma camisa do ceará! Glorioso alvinegro recém chegado à primeira divisão, elite do futebol brasileiro.

Porque não dou agora? Sim, eu sei que ele ficaria lindo de alvinegro, mas venhamos e convenhamos.. um cachorro como um labrador não permanece nesse tamanho por mais de 2 meses… hehehe Melhor aguardar ele estabilizar o seu tamanho.

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Isso aí.. saindo do banho e dando um bom dia para o Tux.. :p

Abraços galera…

Chromium no [testing] do Arch Linux

| Posted in Arch Linux, Chromium, cultura hacker, Impressões, software livre |

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Saudações pessoal…

Já estava na hora eim?! Chromium passando para o repositório [testing] no Arch.

Para quem já vem acompanhando este projeto desde seu início, tenho o prazer de anunciar esta novidade nos repositórios do Arch.

Por questões de segurança e estabilidade para os usuários como um todo, resolvemos manter também o pacote em nosso repositório nacional [archlinux-br] para evitar que os usuários do chromium tenham que habilitar o [testing] em seus sistemas correndo alguns riscos por pacotes pouco testados.

Assim que o mesmo passar para repositórios mais confiáveis como o [extra], estaremos removendo do repositório nacional.

Com algumas mudanças nesta versão do pacote, não estamos mais utilizando o snapshot, mas sim a versão já considerada beta do próprio projeto chromium.

Para os que já utilizam o repositório [archlinux-br] e já possuem o chromium instalado, basta mandar atualizar seu sistema normalmente com:

# pacman -Syu

Perceberá que o pacman informará que o chromium-snapshot precisará ser removido para a instalação do chromium. Podem confirmar sem medo algum. Ontem mesmo eu e thotypous realizamos os últimos testes neste sentido e tudo correrá bem.

Para aqueles que ainda não utilizam o repositório [archlinux-br] e ainda não possuem o chromium instalado, a dica é a seguinte:

1- Habilite o repositório inserindo as seguintes linhas no arquivo /etc/pacman.conf:

[archlinux-br]
Server = http://repo.archlinux-br.org/i686

2- Atualize seus mirros e instale o chromium:

# pacman -Sy chromium

Uma terceira opção, indicada para os mais aventureiros, seria habilitar o repositório [testing]. Esta opção eu apenas recomendo para os que estão dispostos a ajudar mais diretamente no desenvolvimento do Arch e que desejem assumir alguns riscos de estabilidade, visto que muitos pacotes ali ainda se encontram em estado de teste. Neste caso, basta descomentar as linhas referente a ele no arquivo /etc/pacman.conf:

[testing]
Include = /etc/pacman.d/mirrorlist

Façam bom proveito pessoal. ;]

Usem com moderação.. :p
Abraços

Recomendação Bibliográfica – O Vampiro Rei – Vol II

| Posted in Impressões, Literatura |

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É chegada a hora de mais uma recomendação bibliográfica pessoal. Desta vez trago mais uma com o tema “Vampiros”.

Na verdade a recomendação deste mês se trata da continuação de uma outra recomendação que eu já havia feito e que pode ser conferida neste link.

Este livro continua a história da saga que se iniciou com o livro O Bento e continuada em O Vapiro Rei – Vol I. O da vez, O VAmpiro Rei – Vol II, é o responsável por dar continuidade e encerramento à saga.

Quem acompanhou o começo da saga, já conhece a história em que vampiros dominaram o Brasil e os poucos humanos restantes se organizam em fortificações em busca de uma forma de “salvar” o mundo da “praga” vampírica.

Soldados escolhidos e “abençoados” que possuem o dom contra os vampiros são entitulados Bentos e unem-se formando estratégias para o inevitável combate final.

O líder destes guerreiros bentos é o responsável por agrupar e organizar as estratégias que serão utilizadas pelos humanos neste combate.

Neste livro o confronto tão esperado finalmente se realiza entre o líder dos Bentos e o então entitulado Vampiro Rei, que por sua vez exerce a mesma influência que o líder dos guerreiros Bentos porém para sua própria “espécie”, os noturnos, finalmente aparece e começa a organizar o seu exército de vampiros com o objetivo de dominar de vez e acabar com os humanos restantes e suas fortificações.

Segue uma pequena descrição do mesmo retirada do site da Livraria Saraiva:

Bento Lucas, o guerreiro de luz, e Cantarzo, o “Vampiro-Rei”, finalmente se encontram e protagonizam o grande combate. O “Vampiro-Rei” Vol. 2 é o tomo mais recheado de aventuras, combates e criaturas fantásticas de toda a saga iniciada em Bento. Com uma narrativa envolvente e atual, a saga do guerreiro Lucas é o presente certo para aqueles que buscam se apaixonar pelo hábito da leitura e também para aqueles que já se amarram em literatura há muito tempo. André Vianco não é só certeza de boa leitura, é também a garantia de uma deliciosa e nova experiência. Embarque nessa história e conheça um mundo novo.

Espero que curtam. ;]

Abraços

Porque escolhi Python? Python para SysAdmins!

| Posted in Impressões, Python, software livre |

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Saudações pessoal…

Novamente vou dedicar um post para responder uma pergunta que me fizeram. Não é a primeira vez que alguém me pergunta algo e eu resolvo responder em forma de post. Algumas pessoas já me perguntaram o que me leva a preferir Python à outras linguagens de programação. Mas como, coinscidentemente, de ontem para hoje 3 pessoas me fizeram a mesma pergunta, resolvi responder em forma de post e poupar um pouco de saliva (¿dedo no teclado?) e não responder de forma mais completa para um ou outro.

Antes de mais nada gostaria de informar que não sou programador. Trabalho na área de administração de sistemas, redes, segurança, etc, etc, etc, vulgo SysAdmin. Prazer. ;]

Se você é SysAdmin com certeza já esbarrou com algumas linguagens de script como Bash, Perl, dentre outras. Provavelmente até já trabalhou com algumas delas. Estas linguagens podem nos ajudar a resolver pequenos problemas bem como automatizar e agilizar tarefas cotidianas de forma a ganhar produtividade e perder menos tempo com aquilo, bem como evitar stress, tédio e fadiga fazendo tarefas mecânicas e repetitivas.

Estas linguagens são apenas ferramentas que podem ser utilizadas no dia-a-dia. Mas o que faz uma linguagem ser eficiente? Ela só pode ser considerada eficiente se puder lhe ajudar a ter o seu trabalho feito de uma forma mais produtiva e simples, certo?! Que tal Python dentro deste cenário?

A inevitável pergunta acaba aparecendo: O Python é melhor que Perl, Bash, Ruby ou qualquer outra linguagem?

Este é o tipo de pergunta que eu não conseguiria responder. A complexidade empregada nesta pergunta impede uma resposta em poucas palavras, visto que a definição de “melhor” varia de acordo com o cenário, bem como os protagonistas envolvidos. Por conta disto, não direi que o Python é melhor ou pior do que outras linguagens, mas vou abordar alguns exemplos que demonstram que a mesma pode ser uma excelente escolha. (¿Escapei bem?)

Creio que o primeiro motivo que me leva a adotar Python é a simplicidade de seu código. Se uma linguagem não lhe permite aprender rapidamente e começar a escrever códigos para resolver seus problemas, a mesma acaba perdendo um pouco de credibilidade, certo? Lembrem-se que, como SysAdmin, não tenho tempo para ficar estudando livros e mais livros sobre uma ou outra linguagem. Apenas desejo resolver meu problema atual. Porque perder semanas ou meses estudando uma linguagem para somente então conseguir escrever algum código que realmente produza algo? Bem, o Python nos permite escrever scripts em horas, literalmente falando, ao invés de dias ou semanas. Se, como um SysAdmin, uma linguagem não lhe permite começar os estudos e escrever scripts imediatamente, você deveria realmente se questionar porque você deveria estudar ela.

Mas de que me vale uma linguagem que me permite um rápido aprendizado, se a mesma não possui “poder”? Se a mesma não me permite realizar tarefas complexas e robustas? Bem, na verdade este é o segundo motivo pelo qual eu escolhi Python. Esta linguagem nos permite resolver problemas simples como analisar várias linhas de log e nos retirar apenas informações que nos sejam interessantes ou pertinentes gerando um relatório mais limpo e “legível” ao olho humano. Além de tarefas simples assim, o Python também vem sendo bastante utilizado para tarefas com maior grau de complexidade como análises de sequências genômicas, cálculos complexos de física, mecânica, mecatrônica, etc, sistemas web multithread ou mesmo pesadas análises estatísticas. Bom, se você é um SysAdmin, muito provavelmente você nunca precisará de nada disso, mas eu me sinto confortável em saber que estou estudando uma linguagem que me permitirá realizar tarefas mais complexas quando eu precisar. ;]

PythonCartoon

Respota: Criador do Python

Ok, Python me permite realizar até as tarefas complexas. Mas e a manutenção deste código. Como SysAdmin, não fico editando e revendo meus códigos todo dia. As vezes não entendemos nossos próprios códigos depois de alguns meses sem olhar para eles. O que eu queria dizer com aquela linha de código mesmo? O.o O Python foi criado com o intuito de possuir uma sintaxe simples e intuitiva, de forma que a manutenção de código se torna extremamente eficaz, mesmo por aqueles que não são os autores originais do código.  Mesmo depois de meses eu vou conseguir interpretar meu código e trabalhar nele. E esta foi a terceira razão pela qual eu escolhi Python, e que por sua vez está muito ligada à quarta razão.

O quarto motivo pelo qual escolhi Python é a legibilidade do código e a forma como apenas batendo o olho podemos nos encontrar facilmente no código. O Python utiliza-se de espaços em branco para determinar onde começa ou termina um bloco de código. Esta forma de identação facilita muito a identificação de partes do código bem como o entendimento do mesmo.

É o bastante? Não para mim.

O quinto ponto na maestria do Python é o seu excelente suporte à Programação Orientada a Objetos (POO). Quando digo suporte à orientação a objetos, não me refiro à obrigação de utilizá-la. Você não precisa utilizar caso não deseje ou caso não se aplique em algum caso específico, mas é sempre bom ter em mãos este “poder” caso seja necessário, e é nestes casos que o Python mostra novamente uma enorme eficiência por conta da simplicidade com a qual a POO é tratada pelo Python.

Acho que não preciso citar que outro grande motivo pelo qual adotei o Python é o fato de ser uma linguagem 100% livre que conta com uma comunidade altamente atuante e participativa, certo?!

Mas, creio que já falei demais por um post. Que tal um simples exemplo prático de simplicidade no código escrito em Python?

Que tal um simples script para servir de comparação entre, por exemplo, Bash, Perl e Python?

O seguinte script tem a função de apresentar todas as combinações possíveis de 1,2 e a,b.

Em Bash seria mais ou menos o seguinte:

#!/bin/bash

for a in 1; do

for b in a b; do

echo “$a” “$b”

done

done

E como ficaria o mesmo em Perl?

#!/usr/bin/perl

foreach $a (’1′, ’2′) {

foreach $b (‘a’, ‘b’) {

print “$a $bn”;

}

}

Como podem ver, é apenas um loop comum. Vejamos agora o mesmo exemplo de loop utilizando-se um for escrito em Python:

#!/usr/bin/env python

for a in [1, 2]:

for b in ['a', 'b']:

print a,b

Simples, certo? Qual pareceu mais simples? (Se você não programa e não entende nada do que estou falando até aqui, segue uma dica: Vote no que utilizou uma quantidade menor de linhas de código! :p A propósito, porque você leu até aqui mesmo? o.O)

Você já deve estar cansad@ de ler, e eu de digitar, portanto vamos finalizar por aqui ok?!

Espero que experimente Python, caso ainda não o tenha feito, e descubra uma nova excelente ferramenta para o seu dia-a-dia.

Caso deseje mais informações sobre Python bem como suas vantagens, confira outros posts que fiz listados abaixo:

1- Porque Python?

2- Pydev: Preparando o Eclipse para o Python

3- The Zen of Python

Abraços