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Um feliz natal e um próspero ano novo

| Posted in Impressões |

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Saudações Pessoal…

É com grande alegria que estamos encerrando este ano, meu primeiro com este blog, para a chegada de um novo que com certeza será ainda melhor.

Gostaria de deixar aqui meus sinceros agradecimentos a todos que visitam o blog. São vocês que nos motivam a continuar compartilhando informação de alguma forma em larga escala.

Um grande abraço…

Feliz Natal e um Ano Novo repleto de paz.

Ragnarok agora no ArchLinux

| Posted in Arch Linux, Jogos, Linux, software livre |

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Para os que curtem jogos de rpg online e em especial os que curtem o famoso Ragnarok, um dos mais jogados nos dias atuais, esta notícia será muito boa.

As perguntas sobre como rodar o ragnarok no Linux já estão bastante expostas na internet, recebendo várias respostas, sendo muitas delas bastante complexas ou insuficientes usando-se de gambiarras e mais gambiarras.

Graças ao server Off Topic Ragnarok Online e ao nosso amigo wine podemos agora desfrutar sem problemas deste game multiplayer.

Inspirado no pessoal do ubuntugames, estou preparando o pacote para o Arch Linux e nos próximos dias devo estar disponibilizando o mesmo para utilização geral.

Como podem ver nos dois screenshots abaixo, o jogo já está rodando numa boa.

Abraços

Alterando o endereço MAC de uma interface no Linux

| Posted in Linux, redes, segurança, software livre |

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Nesta curta dica irei apresentar uma dica simples e rápida de como alterar o endereço MAC de uma interface de rede no Linux.

MAC = Media Access Control
Assim como nós, seres humanos, possuímos um número de registro físico como o RG, as interfaces de dispositivos de rede também possuem um registro físico que lhes é dedicado já na hora de sua fabricação. Este endereço físico se chama MAC e é formado por 48 bits em forma de hexadecimal.

Este protocolo é responsável pelo controle de acesso à rede Ethernet. Um exemplo de endereço MAC seria:

00:A0:D1:58:DF:BC

No caso, não existem duas interfaces de rede no mundo com o mesmo endereço MAC. Este valor é único AO SAIR DE FÁBRICA. Mas, como nem tudo na vida são rosas…

Existem alguns casos nos quais precisamos identificar, ou mesmo alterar, endereços MAC. Um exemplo de caso em que se é preciso alterar o endereço MAC seria o seguinte:

Supondo que eu seja um técnico e estou querendo dar suporte à máquina de um amigo. Este trás sua máquina até minha casa. Minha internet recebe um ip por dhcp de forma amarrada ao meu endereço MAC. Neste caso, para ter acesso à internet pela máquina deste colega para atualizações, eu precisaria momentaneamente alterar o endereço MAC de sua interface de rede.

No Linux podemos descobrir qual o endereço MAC de uma interface com o comando ifconfig [interface], como no exemplo a seguir:

# ifconfig eth0

Me será retornado um conjunto de informações sobre a interface, incluindo o endereço MAC da mesma, como a seguir:

eth0 Link encap:Ethernet HWaddr 00:A0:D1:58:DF:BC inet addr:192.168.1.105 Bcast:192.168.1.255 Mask:255.255.255.0 inet6 addr: fe80::2a0:d1ff:fe58:dfbc/64 Scope:Link UP BROADCAST RUNNING MULTICAST MTU:1500 Metric:1 RX packets:54461 errors:0 dropped:0 overruns:0 frame:0 TX packets:46066 errors:0 dropped:0 overruns:0 carrier:0 collisions:0 txqueuelen:1000 RX bytes:68669660 (65.4 Mb) TX bytes:5002980 (4.7 Mb) Interrupt:20 Base address:0×4800

O procedimento para se mudar este endereço MAC é:

1- Desabilitar a interface:
# ifconfig eth0 down

2- Alterar o MAC:
# ifconfig eth0 hw ether XX:XX:XX:XX:XX:XX

3- Subir novamente a interface:
# ifconfig eth0 up

Simples não?!

Feito isto, pode conferir a alteração com o comando ifconfig eth0 novamente. ;]

Abraços pessoal…

Recomendação Bibliográfica do mês – ATLANTIS

| Posted in Impressões, Literatura |

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Em nosso mundo tecnológico o dia parece não ter as mesmas 24 horas das quais as demais pessoas desfrutam. Para os “meros mortais”, pode parecer muitas vezes que nosso dia tem 26 ou até mesmo 28 horas pela quantidade de coisas que fazemos. O que estes “meros mortais” não percebem, é que isto é apenas uma ilusão “idiótica”, restando apenas a verdade de que temos as mesmas “míseras” 24 horas por dia. Tendo tão pouco tempo para fazer tantas coisas, vide trabalho, faculdade, cursos de expansão/especialização, cursos de língua, projetos pessoais, projetos profissionais, família/amigos, lazer, esporte, cultura, etc…, fica complicado administrar e fazer tudo da forma como gostaríamos de fazer.

Neste post, gostaria de me focar na falta de tempo para literatura escrita. Sim, nos falta tempo para uma boa leitura de vez em quando. Mesmo com esta falta de tempo, procuro, sempre que possível, estar lendo algum bom livro que não seja sobre tecnologia. O complicado é conseguir 1 hora para me dedicar a leitura, tendo muitas vezes apenas 20/30 minutos por dia para ler, na melhor das hipóteses, já que nem todo dia eu consigo esse tempo. Por isso, muitas vezes levo aproximadamente 1 mês inteiro para ler um único livro. Triste, porém realidade. Sendo assim, resolvi passar a divulgar aqui todo mês a minha escolha atual bem como resumir um pouco a mesma.

Este mês optei pelo livro ATLANTIS.

“Neste romance carregado de dados reais e atualizados sobre um dos maiores mistérios da humanidade, o experiente arqueólogo Jack Howard depara-se com pistas que podem levar à cidade perdida, mencionada ainda na Antiguidade pelo filósofo grego Platão, e que representa a utopia do ideal de sociedade, de harmonia e de fartura. Durante milhares de anos, pesquisadores vêm tentando encontrar Atlântida. Um dia o arqueólogo marinho Jack Howard e sua equipe tiveram sorte. Enquanto mergulhavam em busca de um naufrágio do tempo de Homero, encontraram ruínas submersas que pareciam ser de Atlântida. Mas a informação vazou e um grupo de terroristas e mercenários fica sabendo que os segredos da Atlântida estavam prestes a ser revelados. Repentinamente, Jack e sua equipe se vêem envolvidos em um jogo de vida e morte. A revelação teria um alto preço.”

Esta é a descrição retirada do site www.saraiva.com.br, porém gostaria de lembrar um fato sobre o livro, para não deixar ninguém aqui desprevinido ou me culpando pela recomendação:

NÃO COMPRE O LIVRO se você
1- Não gosta de receber informações em excesso.
2- Não gosta de história, geologia, arqueologia e outras ias
3- Não tem paciência e quer ver é o enredo em si, ao invés de uma chuva de informações técnicas.

Bom, este livro é muito bom, para quem é o oposto do citado acima. Muitos fans de Dan Brown criticaram o livro por esperar que ele seguisse a mesma linha de raciocínio, porém este livro não foi escrito por um escritor literário, mas sim por um arqueológo, portanto é óbvio que o maior destaque do livro não seria o romance em si, mas sim fatos históricos e científicos.

Se você acha que preenche o perfil de leitor para esta orba, realmente recomendo.

Abraços